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A Igualdade de Oportunidades é o processo pelo qual os diversos sistemas da sociedade, tais como serviços, atividades, educação e informação se tornam acessíveis a todos, independentemente da sua raça, religião, género, idade, deficiência física ou mental e nacionalidade. Segundo o Artigo 1º. da Declaração Universal dos Direitos do Homem, “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”.

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A tecnologia é um aspeto vital e importante na condição humana, deste modo, influencia-nos de forma positiva e/ou negativa sem distinção perante a qualidade de vida, sendo que se encontra constantemente presente no nosso quotidiano, organizando a sociedade e estruturando processos individuais e coletivos de comunicação.

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O papel do professor e a relação afetiva que estes estabelecem com os alunos são fundamentais para o bom decorrer da atividade escolar. Elogiar, encorajar, criticar afetam a criação de um ambiente agradável e auxiliador para a aprendizagem. Muitos acreditam ser impossível comunicar online, contudo, a linguagem utilizada nas mensagens pode demonstrar afetividade, ou seja, existem recursos tecnológicos, como os emojis, que ajudam a desenvolver vínculos afetivos na relação aluno-professor.

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O b-learning iria proporcionar uma construção da sociedade sem lugar à exclusão, que todos podem ter acesso e aprender em qualquer hora ou local. Assim, seria possível o aluno construir o seu conhecimento ao seu ritmo e em função das suas disponibilidades (construtivismo) e aprendem quando constroem algo para os outros experimentarem (construcionismo). As plataformas poderiam ser usadas como recurso de colaboração e comunicação, fomentando a participação em fóruns através de discussão.

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Será que no fim desta pandemia, o sistema educativo irá articular o ensino presencial com o ensino à distância? Será que se irão manter as ajudas agora fornecidas aos estudantes com dificuldades nos acesso às TIC? As TIC nas salas de aula serão mais valorizadas, num futuro próximo? Introduzirão as mesmas no currículo do ensino básico?

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Referências:

 Chorão, R. M. V. B. (2013). Representações dos professores do ensino básico e secundário sobre o ensino à distância para a itinerância: resultados de uma pesquisa exploratória (Doctoral dissertation).

 Queiroz Ribeiro, L., Salata, A., Costa, L., Gomes Ribeiro, M. (2007) Desigualdades digitais: Acesso e uso da internet, posição socioeconómica e segmentação espacial nas metrópoles brasileiras.

 Ponte, C. (2011) Uma geração digital? Influência familiar na experiência mediática de adolescentes

Knop, M.F.T. (2017) Exclusão digital, diferenças no acesso e uso de tecnologias de informação e comunicação: questões conceituais, metodológicas e empíricas

 LIVINGSTONE, S., HELSPER, E. 2007. Gradations in digital inclusion: children, young people and the digital divide. New Media Society. Los Angeles, London, New Delhi and Singapore, v. 9, n. 4, pp. 671 – 696

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